terça-feira, 12 de dezembro de 2023

O Conto nas Escolas Públicas

 


                          

  
Essa estória fez a cabeça dos alunos das escolas públicas no Estado do Pará e Bahia. Sua ambientação  se mescla: uma parte da trama começa no trópico de capricórnio pelas ribeirinhas marajoaras e a outra parte se passa num povoado das montanhas na Bahia;  tombado pelo patrimônio històrico mundial há alguns anos por ser rico em exuberância natural; guarda tambem a história do Garimpo no Brasil, entre outras. O conto tornou-se uma leitura muito apreciada por se tratar de uma história curta. E na medida que novas idéias vão surgindo, o Brasil vem se adaptando ao Short-Story (como se usa no termo inglês) para se referir aos contos modernos de vários estilos.
Essa estória representa a função das multíplas tendências do conto. Embora tenha sido escrito para haver uma continuação devido ao número muito pequeno de página para um livro, tudo mudou quando um grupo de professores da rede pública de um lugar muito carente em seus recursos econômicos, básicos e de moradia; começaram por idealizar uma forma de melhorar o ensino nesses lugares difíceis  e muitas vezes esquecidos pelo nosso governo. 
A linguagen assecível deste conto conquistou um número grande de leitores; onde ele se identificou com a história, despertando mais interesse pela leitura.  
O fato de nossos métodos de ensino não ter evoluído nas ultimas décadas; é triste dizer que o Brasil não produziu nada original à décadas. Na década de 90 os livros e autores brasileiros despareceram. Foi a invasão da América com suas traduções, entre outros países vizinho da América Latina.
Com a ressureição do conto como meta de ensino e produção literária sem dúvida algo novo e promissor pode nascer. Pois a educação nas redes de ensino público caíu muito nas ultimas duas décadas. Pra não falar das dificuldades de formar educadores que realmente se importam e levam a sério a Educação como um todo.
O conto foi eleito como a melhor estratégia em se tratando de incentivo a leitura e produção literária brasileira. E avança para a prática este ano de 2024.
Muitos autores não conhecidos terão a chance de públicar seus livros, em especial O Conto. Sem esquecer que estaremos nos direcionando para um público da era digital, dos gaimer sofisticados, das redes sociais, da mais alta I. A mediatíca. Portanto, depois dos clássicos, a liberdade e a forma encontrados amplos no conto moderno, como Estação 0.1 será a grande saída para resolução de um granade e grave problema na nossa Sociedade: a carência de leitores, a carência de autores e o desconhecimento da nossa lingua Portuguesa.
A  Amazon e outras plataformas deu oportunidade para novos autores, amadores e maduros profissionais. Fez uma revolução no quesito publicações independentes; mesmo que a plataforma ganhe 70% em cima do seu original. Todo iniciante que ter sua obra publicada.
O script do projeto está sendo feito por uma equipe de professoeres de vários estados Brasileiros que querem dá a sua colaboração para que o conto nas salas de aula volte com toda força.


     A autora de Estação 0.1 Sylvia D'Sousa disse que no livro também faz uma crítica ás negligencias feita aos moradores da periferia. Exalta a conscientização dos nossos recursos naturais e incere um novo folclore na nossa ambientação social. O imaginário cria forma de naves e seres espaciais. O personagem vive a grande aventura de seus poderes clarividentes. E na fantasia encontramos elementos super importantes para a construção da autocrítica.
     Por ser uma estória curta acaba satisfazendo muito o leitor que começa a criar gosto pela leitura.
A produção física do livro contou com alguns apoiadores idealistas que trabalham duro para manter a essência do livro. Eles investem tempo e estudo para que tudo o que envolva a cultura literária e a criatividade do nosso imaginário possa ter fluência  e chegar aos mais excluídos da Sociedade.


    A autora disse também que foi aluna da rede pública e que no início da década de 90 seus autores eram todos estrangeiros. O primeiro livro americano que ela leu foi on the Road de Jack Keruac e em seguida Sidarta de Hermann Hesse já naquele tempo só quem amava literatura nas salas de aula queria muito escrever um conto. E dos seus contistas preferidos se destacavam, Machado de Assis, Manoel Bandeira, Clarice Lispector e o memorável Monteiro lobato. Ela também conta que no estado do Pará na famosa Feliz Lusitânia (nome do povoado colonial português) em 1616 serviu de inspiração para muitos contintas regionais. O conto fez toda a diferença na sua criação literária. Elevando o folclore brasileiro ao mais alta escala de apredizagem e integração da cultura diversa do Brasil.
  

                   


O imaginário Brasileiro propiciado pela Literatura é sem dúvida uma verdadeira aprendizagem sobre a nossa cultura. hoje tão mesclada e desassociada por conta do lixo Cultural publicados para as massas. 
 Saber é importante para começar a Ser. Os valores humanos e os valores de uma sociedade desgovernada trás o Caos para todas as classes sociais. E o Exclusivismo intelectual é um assassino da nossa história. Saber quem somos enriquece a nossa qualidade como pessoas e transforma cidadãos em menos alienados.


Por: Claudio Brito (Jornalista e Crítico Literário)



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