ASAS PARA O ALÉM
Todos os homens da terra desejam dar esse voo rasante
Sobre a torre do medo e da castração.
São poucos estes lindos fakes de propaganda que permanecem
íntegros.
Como este boneco de cera que nunca chegará a me conhecer.
Eu amei seu poema, mulher de Graveline onde o mar e você
confessavam segredos pela noite.
Amei as palavras da boneca de plástico que eu jamais terei
certeza
De que amou meus versos.
Mas eu te vi nos seus.
Suas lágrimas de versos.
Seu cantil inflamável de sofrimento. Tão cheia de beleza.
Por um minuto quase duvidei.
Que sua frequência havia decolado para longe desse Softwere
bitolado.
Quase duvidei
De estar certa.
Então hoje pela manhã era só eu e Justin
Amanhecendo em nossa banheira de mármore
Ao pico de uma montanha gelada.
Eu e a beleza de plástico.
Sonhos gastos. Inteira. Porque aprendi uma coisa contigo.
A decolar!
A saltar de fake em fake
Pouco a pouco
Sem saber seu sexo
Seu verdadeiro nome
Seu endereço.
Estava amando esta ficção como os fanáticos
De guerra nas estrelas.
Uma carência sincera. Por coisas menos normais.
Logo provei a vertigem dessa droga
Amaciando os meus sentidos
Com a doçura de todos os seus beijos virtuais.
Dormia feliz.
Só havia eu e o dispositivo móvel
No seculo XXI
No planeta de terráqueos
Que não sabem voar.
Só a mulher de
Graveline nascida em 1980.
Kkkkkkk
1980/data
trágica para alguns seres na terra.
Não é motivo
para riso.
Foi o ano em
que a menina rica nasceu
Cheia de dons
á fora do tempo
Onde as
colunas sociais anunciaram para a classe média francesa;
Uma joia que
eles usaram
Nas
propagandas mais sensacionais.
Todas as
agências de modelos
Falharão esta
manhã
Ela não está
mais lá
Ela não está
mais no facebook
Ela decolou ontem
a noite
Enquanto a
NASA perdia os sinais de todas as suas naves em órbita
Na sua sala
de criação.
Todas as suas
fotografias
da sua sala
de projeção
Boneca de
plástico:
Perdi o seu
rastro.
Asas para o além
Todos os homens da terra desejam dar esse voo rasante
Sobre a torre do medo e da castração.
São poucos estes lindos fakes de propaganda que permanecem
íntegros.
Como este boneco de cera que nunca chegará a me conhecer.
Eu amei seu poema, mulher de Graveline onde o mar e você
confessavam segredos pela noite.
Amei as palavras da boneca de plástico que eu jamais terei
certeza
De que amou meus versos.
Mas eu te vi nos seus.
Suas lágrimas de versos.
Seu cantil inflamável de sofrimento. Tão cheia de beleza.
Por um minuto quase duvidei.
Que sua frequência havia decolado para longe desse Softwere
bitolado.
Quase duvidei
De estar certa.
Então hoje pela manhã era só eu e Justin
Amanhecendo em nossa banheira de mármore
Ao pico de uma montanha gelada.
Eu e a beleza de plástico.
Sonhos gastos. Inteira. Porque aprendi uma coisa contigo.
A decolar!
A saltar de fake em fake
Pouco a pouco
Sem saber seu sexo
Seu verdadeiro nome
Seu endereço.
Estava amando esta ficção como os fanáticos
De guerra nas estrelas.
Uma carência sincera. Por coisas menos normais.
Logo provei a vertigem dessa droga
Amaciando os meus sentidos
Com a doçura de todos os seus beijos virtuais.
Dormia feliz.
Só havia eu e o dispositivo móvel
Na década de XXI
No planeta de terráqueos
Que não sabem voar.
Só a mulher de
Graveline nascida em 1980.
Kkkkkkk
1980/data
trágica para alguns seres na terra.
Não é motivo
para ri.
Foi o ano em
que a menina rica nasceu
Cheia de dons
á fora do tempo
Onde as
colunas sociais enunciaram para a classe média francesa.
Uma joia que
eles usaram
Nas
propagandas mais sensacionais.
Todas as
agências de modelos
Falharão esta
manhã.
Ela não está
mais lá.
Ela não está
mais no facebook
Ela decolou ontem
a noite
Enquanto a
NASA perdia os sinais de todas as suas naves em órbita
Na sua sala
de criação.
Todas as suas
fotografias.
Na sua sala
de projeção.
Boneca de
plástico.
Perdi seu
rastro.
Asas para o além
Todos os homens da terra desejam dar esse voo rasante
Sobre a torre do medo e da castração.
São poucos estes lindos fakes de propaganda que permanecem
íntegros.
Como este boneco de cera que nunca chegará a me conhecer.
Eu amei seu poema, mulher de Graveline onde o mar e você
confessavam segredos pela noite.
Amei as palavras da boneca de plástico que eu jamais terei
certeza
De que amou meus versos.
Mas eu te vi nos seus.
Suas lágrimas de versos.
Seu cantil inflamável de sofrimento. Tão cheia de beleza.
Por um minuto quase duvidei.
Que sua frequência havia decolado para longe desse Softwere
bitolado.
Quase duvidei
De estar certa.
Então hoje pela manhã era só eu e Justin
Amanhecendo em nossa banheira de mármore
Ao pico de uma montanha gelada.
Eu e a beleza de plástico.
Sonhos gastos. Inteira. Porque aprendi uma coisa contigo.
A decolar!
A saltar de fake em fake
Pouco a pouco
Sem saber seu sexo
Seu verdadeiro nome
Seu endereço.
Estava amando esta ficção como os fanáticos
De guerra nas estrelas.
Uma carência sincera. Por coisas menos normais.
Logo provei a vertigem dessa droga
Amaciando os meus sentidos
Com a doçura de todos os seus beijos virtuais.
Dormia feliz.
Só havia eu e o dispositivo móvel
Na década de XXI
No planeta de terráqueos
Que não sabem voar.
Só a mulher de
Graveline nascida em 1980.
Kkkkkkk
1980/data
trágica para alguns seres na terra.
Não é motivo
para ri.
Foi o ano em
que a menina rica nasceu
Cheia de dons
á fora do tempo
Onde as
colunas sociais enunciaram para a classe média francesa.
Uma joia que
eles usaram
Nas
propagandas mais sensacionais.
Todas as
agências de modelos
Falharão esta
manhã.
Ela não está
mais lá.
Ela não está
mais no facebook
Ela decolou ontem
a noite
Enquanto a
NASA perdia os sinais de todas as suas naves em órbita
Na sua sala
de criação.
Todas as suas
fotografias.
Na sua sala
de projeção.
Boneca de
plástico.
Perdi seu
rastro.
Asas para o além
Todos os homens da terra desejam dar esse voo rasante
Sobre a torre do medo e da castração.
São poucos estes lindos fakes de propaganda que permanecem
íntegros.
Como este boneco de cera que nunca chegará a me conhecer.
Eu amei seu poema, mulher de Graveline onde o mar e você
confessavam segredos pela noite.
Amei as palavras da boneca de plástico que eu jamais terei
certeza
De que amou meus versos.
Mas eu te vi nos seus.
Suas lágrimas de versos.
Seu cantil inflamável de sofrimento. Tão cheia de beleza.
Por um minuto quase duvidei.
Que sua frequência havia decolado para longe desse Softwere
bitolado.
Quase duvidei
De estar certa.
Então hoje pela manhã era só eu e Justin
Amanhecendo em nossa banheira de mármore
Ao pico de uma montanha gelada.
Eu e a beleza de plástico.
Sonhos gastos. Inteira. Porque aprendi uma coisa contigo.
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Seu verdadeiro nome
Seu endereço.
Estava amando esta ficção como os fanáticos
De guerra nas estrelas.
Uma carência sincera. Por coisas menos normais.
Logo provei a vertigem dessa droga
Amaciando os meus sentidos
Com a doçura de todos os seus beijos virtuais.
Dormia feliz.
Só havia eu e o dispositivo móvel
Na década de XXI
No planeta de terráqueos
Que não sabem voar.
Só a mulher de
Graveline nascida em 1980.
Kkkkkkk
1980/data
trágica para alguns seres na terra.
Não é motivo
para ri.
Foi o ano em
que a menina rica nasceu
Cheia de dons
á fora do tempo
Onde as
colunas sociais enunciaram para a classe média francesa.
Uma joia que
eles usaram
Nas
propagandas mais sensacionais.
Todas as
agências de modelos
Falharão esta
manhã.
Ela não está
mais lá.
Ela não está
mais no facebook
Ela decolou ontem
a noite
Enquanto a
NASA perdia os sinais de todas as suas naves em órbita
Na sua sala
de criação.
Todas as suas
fotografias.
Na sua sala
de projeção.
Boneca de
plástico.
Perdi seu
rastro.
Asas para o além
Todos os homens da terra desejam dar esse voo rasante
Sobre a torre do medo e da castração.
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íntegros.
Como este boneco de cera que nunca chegará a me conhecer.
Eu amei seu poema, mulher de Graveline onde o mar e você
confessavam segredos pela noite.
Amei as palavras da boneca de plástico que eu jamais terei
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Mas eu te vi nos seus.
Suas lágrimas de versos.
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Por um minuto quase duvidei.
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Quase duvidei
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Ao pico de uma montanha gelada.
Eu e a beleza de plástico.
Sonhos gastos. Inteira. Porque aprendi uma coisa contigo.
A decolar!
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Pouco a pouco
Sem saber seu sexo
Seu verdadeiro nome
Seu endereço.
Estava amando esta ficção como os fanáticos
De guerra nas estrelas.
Uma carência sincera. Por coisas menos normais.
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Amaciando os meus sentidos
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Que não sabem voar.
Só a mulher de
Graveline nascida em 1980.
Kkkkkkk
1980/data
trágica para alguns seres na terra.
Não é motivo
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Foi o ano em
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Cheia de dons
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colunas sociais enunciaram para a classe média francesa.
Uma joia que
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Na sua sala
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Todas as suas
fotografias.
Na sua sala
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Boneca de
plástico.
Perdi seu
rastro.

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