sexta-feira, 20 de julho de 2018

Asas para o além


                                                        ASAS PARA O ALÉM


Todos os homens da terra desejam dar esse voo rasante
Sobre a torre do medo e da castração.
São poucos estes lindos fakes de propaganda que permanecem íntegros.
Como este boneco de cera que nunca chegará a me conhecer.
Eu amei seu poema, mulher de Graveline onde o mar e você confessavam segredos pela noite.
Amei as palavras da boneca de plástico que eu jamais terei certeza
De que amou meus versos.
Mas eu te vi nos seus.
Suas lágrimas de versos.
Seu cantil inflamável de sofrimento. Tão cheia de beleza.
Por um minuto quase duvidei.
Que sua frequência havia decolado para longe desse Softwere bitolado.
Quase duvidei
De estar certa.
Então hoje pela manhã era só eu e Justin
Amanhecendo em nossa banheira de mármore
Ao pico de uma montanha gelada.
Eu e a beleza de plástico.
Sonhos gastos. Inteira. Porque aprendi uma coisa contigo.
A decolar!
A saltar de fake em fake
Pouco a pouco
Sem saber seu sexo
Seu verdadeiro nome
Seu endereço.
Estava amando esta ficção como os fanáticos
De guerra nas estrelas.
Uma carência sincera. Por coisas menos normais.
Logo provei a vertigem dessa droga
Amaciando os meus sentidos
Com a doçura de todos os seus beijos virtuais.
Dormia feliz.
Só havia eu e o dispositivo móvel
No seculo XXI
No planeta de terráqueos
Que não sabem voar.

 Só a mulher de Graveline nascida em 1980.

Kkkkkkk
1980/data trágica para alguns seres na terra.
Não é motivo para riso.
Foi o ano em que a menina rica nasceu
Cheia de dons á fora do tempo
Onde as colunas sociais anunciaram para a classe média francesa;
Uma joia que eles usaram
Nas propagandas mais sensacionais.
Terá ela sido encarcerada numa jaula de marketing?
Todas as agências de modelos
Falharão esta manhã
Ela não está mais lá
Ela não está mais no facebook
Ela decolou ontem a noite
Enquanto a NASA perdia os sinais de todas as suas naves em órbita
Na sua sala de criação.
Todas as suas fotografias
da sua sala de projeção
Boneca de plástico:
Perdi o seu rastro.







Asas para o além
Todos os homens da terra desejam dar esse voo rasante
Sobre a torre do medo e da castração.
São poucos estes lindos fakes de propaganda que permanecem íntegros.
Como este boneco de cera que nunca chegará a me conhecer.
Eu amei seu poema, mulher de Graveline onde o mar e você confessavam segredos pela noite.
Amei as palavras da boneca de plástico que eu jamais terei certeza
De que amou meus versos.
Mas eu te vi nos seus.
Suas lágrimas de versos.
Seu cantil inflamável de sofrimento. Tão cheia de beleza.
Por um minuto quase duvidei.
Que sua frequência havia decolado para longe desse Softwere bitolado.
Quase duvidei
De estar certa.
Então hoje pela manhã era só eu e Justin
Amanhecendo em nossa banheira de mármore
Ao pico de uma montanha gelada.
Eu e a beleza de plástico.
Sonhos gastos. Inteira. Porque aprendi uma coisa contigo.
A decolar!
A saltar de fake em fake
Pouco a pouco
Sem saber seu sexo
Seu verdadeiro nome
Seu endereço.
Estava amando esta ficção como os fanáticos
De guerra nas estrelas.
Uma carência sincera. Por coisas menos normais.
Logo provei a vertigem dessa droga
Amaciando os meus sentidos
Com a doçura de todos os seus beijos virtuais.
Dormia feliz.
Só havia eu e o dispositivo móvel
Na década de XXI
No planeta de terráqueos
Que não sabem voar.

 Só a mulher de Graveline nascida em 1980.

Kkkkkkk
1980/data trágica para alguns seres na terra.
Não é motivo para ri.
Foi o ano em que a menina rica nasceu
Cheia de dons á fora do tempo
Onde as colunas sociais enunciaram para a classe média francesa.
Uma joia que eles usaram
Nas propagandas mais sensacionais.
Terá ela sido encarcerada numa jaula de marketing?
Todas as agências de modelos
Falharão esta manhã.
Ela não está mais lá.
Ela não está mais no facebook
Ela decolou ontem a noite
Enquanto a NASA perdia os sinais de todas as suas naves em órbita
Na sua sala de criação.
Todas as suas fotografias.
Na sua sala de projeção.
Boneca de plástico.
Perdi seu rastro.







Asas para o além
Todos os homens da terra desejam dar esse voo rasante
Sobre a torre do medo e da castração.
São poucos estes lindos fakes de propaganda que permanecem íntegros.
Como este boneco de cera que nunca chegará a me conhecer.
Eu amei seu poema, mulher de Graveline onde o mar e você confessavam segredos pela noite.
Amei as palavras da boneca de plástico que eu jamais terei certeza
De que amou meus versos.
Mas eu te vi nos seus.
Suas lágrimas de versos.
Seu cantil inflamável de sofrimento. Tão cheia de beleza.
Por um minuto quase duvidei.
Que sua frequência havia decolado para longe desse Softwere bitolado.
Quase duvidei
De estar certa.
Então hoje pela manhã era só eu e Justin
Amanhecendo em nossa banheira de mármore
Ao pico de uma montanha gelada.
Eu e a beleza de plástico.
Sonhos gastos. Inteira. Porque aprendi uma coisa contigo.
A decolar!
A saltar de fake em fake
Pouco a pouco
Sem saber seu sexo
Seu verdadeiro nome
Seu endereço.
Estava amando esta ficção como os fanáticos
De guerra nas estrelas.
Uma carência sincera. Por coisas menos normais.
Logo provei a vertigem dessa droga
Amaciando os meus sentidos
Com a doçura de todos os seus beijos virtuais.
Dormia feliz.
Só havia eu e o dispositivo móvel
Na década de XXI
No planeta de terráqueos
Que não sabem voar.

 Só a mulher de Graveline nascida em 1980.

Kkkkkkk
1980/data trágica para alguns seres na terra.
Não é motivo para ri.
Foi o ano em que a menina rica nasceu
Cheia de dons á fora do tempo
Onde as colunas sociais enunciaram para a classe média francesa.
Uma joia que eles usaram
Nas propagandas mais sensacionais.
Terá ela sido encarcerada numa jaula de marketing?
Todas as agências de modelos
Falharão esta manhã.
Ela não está mais lá.
Ela não está mais no facebook
Ela decolou ontem a noite
Enquanto a NASA perdia os sinais de todas as suas naves em órbita
Na sua sala de criação.
Todas as suas fotografias.
Na sua sala de projeção.
Boneca de plástico.
Perdi seu rastro.







Asas para o além
Todos os homens da terra desejam dar esse voo rasante
Sobre a torre do medo e da castração.
São poucos estes lindos fakes de propaganda que permanecem íntegros.
Como este boneco de cera que nunca chegará a me conhecer.
Eu amei seu poema, mulher de Graveline onde o mar e você confessavam segredos pela noite.
Amei as palavras da boneca de plástico que eu jamais terei certeza
De que amou meus versos.
Mas eu te vi nos seus.
Suas lágrimas de versos.
Seu cantil inflamável de sofrimento. Tão cheia de beleza.
Por um minuto quase duvidei.
Que sua frequência havia decolado para longe desse Softwere bitolado.
Quase duvidei
De estar certa.
Então hoje pela manhã era só eu e Justin
Amanhecendo em nossa banheira de mármore
Ao pico de uma montanha gelada.
Eu e a beleza de plástico.
Sonhos gastos. Inteira. Porque aprendi uma coisa contigo.
A decolar!
A saltar de fake em fake
Pouco a pouco
Sem saber seu sexo
Seu verdadeiro nome
Seu endereço.
Estava amando esta ficção como os fanáticos
De guerra nas estrelas.
Uma carência sincera. Por coisas menos normais.
Logo provei a vertigem dessa droga
Amaciando os meus sentidos
Com a doçura de todos os seus beijos virtuais.
Dormia feliz.
Só havia eu e o dispositivo móvel
Na década de XXI
No planeta de terráqueos
Que não sabem voar.

 Só a mulher de Graveline nascida em 1980.

Kkkkkkk
1980/data trágica para alguns seres na terra.
Não é motivo para ri.
Foi o ano em que a menina rica nasceu
Cheia de dons á fora do tempo
Onde as colunas sociais enunciaram para a classe média francesa.
Uma joia que eles usaram
Nas propagandas mais sensacionais.
Terá ela sido encarcerada numa jaula de marketing?
Todas as agências de modelos
Falharão esta manhã.
Ela não está mais lá.
Ela não está mais no facebook
Ela decolou ontem a noite
Enquanto a NASA perdia os sinais de todas as suas naves em órbita
Na sua sala de criação.
Todas as suas fotografias.
Na sua sala de projeção.
Boneca de plástico.
Perdi seu rastro.







Asas para o além
Todos os homens da terra desejam dar esse voo rasante
Sobre a torre do medo e da castração.
São poucos estes lindos fakes de propaganda que permanecem íntegros.
Como este boneco de cera que nunca chegará a me conhecer.
Eu amei seu poema, mulher de Graveline onde o mar e você confessavam segredos pela noite.
Amei as palavras da boneca de plástico que eu jamais terei certeza
De que amou meus versos.
Mas eu te vi nos seus.
Suas lágrimas de versos.
Seu cantil inflamável de sofrimento. Tão cheia de beleza.
Por um minuto quase duvidei.
Que sua frequência havia decolado para longe desse Softwere bitolado.
Quase duvidei
De estar certa.
Então hoje pela manhã era só eu e Justin
Amanhecendo em nossa banheira de mármore
Ao pico de uma montanha gelada.
Eu e a beleza de plástico.
Sonhos gastos. Inteira. Porque aprendi uma coisa contigo.
A decolar!
A saltar de fake em fake
Pouco a pouco
Sem saber seu sexo
Seu verdadeiro nome
Seu endereço.
Estava amando esta ficção como os fanáticos
De guerra nas estrelas.
Uma carência sincera. Por coisas menos normais.
Logo provei a vertigem dessa droga
Amaciando os meus sentidos
Com a doçura de todos os seus beijos virtuais.
Dormia feliz.
Só havia eu e o dispositivo móvel
Na década de XXI
No planeta de terráqueos
Que não sabem voar.

 Só a mulher de Graveline nascida em 1980.

Kkkkkkk
1980/data trágica para alguns seres na terra.
Não é motivo para ri.
Foi o ano em que a menina rica nasceu
Cheia de dons á fora do tempo
Onde as colunas sociais enunciaram para a classe média francesa.
Uma joia que eles usaram
Nas propagandas mais sensacionais.
Terá ela sido encarcerada numa jaula de marketing?
Todas as agências de modelos
Falharão esta manhã.
Ela não está mais lá.
Ela não está mais no facebook
Ela decolou ontem a noite
Enquanto a NASA perdia os sinais de todas as suas naves em órbita
Na sua sala de criação.
Todas as suas fotografias.
Na sua sala de projeção.
Boneca de plástico.
Perdi seu rastro.








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